PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Economia

Imobiliário: escasseia habitação para vender e para arrendar

Raquel de Sousa Silva Raquel de Sousa Silva
12/10/18 12:10
em Economia
Imobiliário: escasseia habitação para vender e para arrendar
Share on FacebookShare on Twitter

“O mercado habitacional em Portugal atravessa problemas consideráveis”, e tanto os jovens como as famílias “enfrentam cada vez mais dificuldades para encontrar casa”.

Quem o diz é a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (APEMIP), cujas contas apontam para a necessidade de introdução no mercado de 70 mil casas novas. Uma perspectiva com a qual nem todos os mediadores ouvidos pelo JORNAL DE LEIRIA concordam.

Em Leiria a habitação também escasseia. “Não há casas nem para vender nem para arrendar”, aponta Nuno Serrano. O mediador reconhece que há edifícios em construção, mas dirigidos para um segmento mais alto do mercado. “Casas de 180 mil euros, para a classe média, praticamente não há”.

Porquê? Com a crise, o sector da construção sofreu um forte abalo, muitas empresas faliram, os preços “bateram no fundo e ninguém se preocupou”. “O pequeno construtor, que ia comprando terrenos, construindo e vendendo acabou”.

Nuno Serrano diz que a procura de habitação tem crescido porque há cada vez mais estudantes e profissionais a virem para o concelho. “Isto reflecte-se no mercado de arrendamento, mas também na compra e venda”. Quantas casas faltarão em Leiria? “Não consigo apontar um número”, admite este profissional, que refere que ainda há urbanizações aprovadas há largos anos com lotes disponíveis para construção, “mas não há construtores interessados”.

De T1 a T5, “falta de tudo”, tanto em Leiria como na Marinha Grande, considera igualmente Estefânio Martins. Para este mediador, é precisa construção nova, mas há que apostar igualmente na recuperação de edifícios devolutos. Também este profissional diz que o cenário actual é reflexo da crise que levou à paragem da construção e ao encerramento de muitas empresas.

Não consegue apontar nenhum número para as casas que faltarão, mas concorda que o aumento da procura se deve ao facto de a região estar a receber cada vez mais gente de fora, atraída pela dinâmica do tecido empresarial.

Mário Matos diz ter dúvidas se o mercado escoaria as 70 mil casas novas que a APEMIP diz serem precisas. “O que se passa em Lisboa e no Porto não tem correspondência no resto do País”, aponta. Este mediador reconhece que “há, de facto, algum desfasamento entre a oferta e a procura” de habitação na região de Leiria, mas lembra que a banca ainda tem muitos imóveis em carteira.

Por outro lado, “há muita reabilitação que devia ser feita”. Na sua opinião, continua a haver casas inabitadas, embora não disponíveis, por diversos motivos.

“Há menos oferta, de facto, mas não sinto que faltem casas”, refere por sua vez Aquilino Carreira. “Claro que já não há aquela quantidade enorme de construção que havia antes da crise, até porque agora quem arrisca construir tem de o fazer com capitais próprios”, porque a banca já não financia a actividade nos moldes em que o fazia noutros tempos.

Este mediador e construtor revela estar a construir 70 apartamentos, em várias zonas da cidade de Leiria, a maioria deles a “preços acessíveis”: há T2 a 135 mil euros e T3 a 170 mil, exemplifica.

Quanto ao mercado de arrendamento, “há muita procura”, mas a oferta “não abunda”. “Vamos tendo casas, mas assim que uma fica vaga há logo vários candidatos”.

 [LER_MAIS] Segundo a APEMIP, as dificuldades sentidas “não se prendem apenas com os preços dos activos, cada vez mais altos tanto na compra como no arrendamento, mas também com a ausência de stock disponível no mercado para colmatar as necessidades da procura”.

“Estamos num ciclo vicioso. Há pouca oferta e muita procura, o que faz com que o valor das casas suba e deixe de estar ao alcance das famílias. Para atenuar os problemas habitacionais, seria necessário introduzir no mercado cerca de 70 mil casas novas. Destas, mais de metade deveriam aparecer em Lisboa e Porto, onde se concentra mais de 50% da procura”, diz Luís Lima, presidente da associação.

Tópicos: economiahabitaçãoimobiliário

RELACIONADOS

Pombal expande Zona Industrial da Guia
Economia

Pombal expande Zona Industrial da Guia

Setembro 10, 2026
Sem medo de crescer: Incentea deixou de ser PME e é small mid cap
Economia

Sem medo de crescer: Incentea deixou de ser PME e é small mid cap

Setembro 7, 2026
Chuva de Agosto arrefeceu procura por hotéis da região
Economia

Chuva de Agosto arrefeceu procura por hotéis da região

Setembro 6, 2026
Próxima publicação
Na política e agora nos negócios, sempre com a maior humildade

Na política e agora nos negócios, sempre com a maior humildade

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?