PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Entrevista

Inês Thomas Almeida: “As mulheres compositoras morrem duas vezes. São condenadas ao esquecimento”

Cláudio Garcia Cláudio Garcia
3 de Outubro de 2024
em Entrevista
Canções de Robert Schumann que afinal são de Clara Schumann, é um caso paradigmático

Canções de Robert Schumann que afinal são de Clara Schumann, é um caso paradigmático (Foto: Ricardo Graça)

Share on FacebookShare on Twitter

Nasceu em Santo Domingo, na República Dominicana, filha de mãe dominicana, mas a família do pai tem raízes em Leiria, que remontam ao primeiro Barão do Salgueiro.

Investigadora e docente da Universidade Nova de Lisboa, a musicóloga Inês Thomas Almeida é especialista na música portuguesa dos séculos XVIII e XIX e concluiu recentemente um pós-doutoramento em música renascentista. Dedica-se, também, a estudar o papel das mulheres na música ao longo dos séculos. Colabora com a Fundação Calouste Gulbenkian e com o Teatro Nacional de São Carlos e até 2016 viveu na Alemanha, onde fundou a associação Berlinda, de apoio à comunidade portuguesa. Estudou piano e é licenciada em canto lírico, tendo chegado a actuar como solista em espectáculos de ópera. E foi actriz no Teatro A Barraca.

Regressa com frequência a Leiria, onde passou vários verões durante a infância, na casa da família no Terreiro e na antiga Quinta da Carvalha.

A sua trisavó Elisa Paiva Curado, escritora, activista feminista, fundou e dirigiu a revista A Mulher, ainda no final do século XIX, em Lisboa. Quase 150 anos depois, como é que ela olharia para os dias de hoje, em geral, na sociedade portuguesa, mas não só?
Acho que ela estaria muito contente, porque várias das coisas porque se batia tornaram-se uma realidade, não para todas, mas para muitas mulheres. Uma grande questão dela era o direito à educação. Ela, e na altura isto era uma coisa revolucionária, advogava que as mães deviam educar os filhos também intelectualmente. E, para isso, tinham de se educar elas próprias. Então, a tónica dela era a importância de as mulheres terem acesso à educação. Poderem ir à universidade, poderem trabalhar, poderem votar, poderem aceder à esfera pública. É claro que há muitas desigualdades ainda. Desigualdade salarial [e] mesmo uma desigualdade percepcionada, aquela ideia que continua a ser muito veiculada, de que as tarefas domésticas, cuidar dos filhos, tem de ser uma parte apenas e só das mulheres. Mas, regra geral, parece-me que a minha trisavó estaria bastante contente por ver que várias das suas propostas foram aceites, nomeadamente, a lei do divórcio.

Ainda sobre a emancipação da mulher, na academia, ou seja, nos centros de investigação, nas universidades, é uma realidade plena?
Não, claro que não. Há mais mulheres do que homens na licenciatura, e depois, à medida que vamos avançando, a partir do primeiro filho, a carreira para as mulheres decresce vertiginosamente. A partir dos 25, 30 anos, começamos a ver que há menos mulheres no topo. Tem de haver políticas que contrariem esta tendência infelizmente extremamente marcada de que a maternidade é uma desvantagem profissional para as mulheres. Por outro lado, independentemente da maternidade, nós vemos que na base temos imensas mulheres, mas à medida que subimos, a presença das mulheres vai ficando cada vez mais rarefeita. Não é só na vida académica, na vida empresarial [é] a mesma coisa. São questões estruturais que acompanham todas estas dinâmicas laborais. Não há um problema pequenino, há toda uma estrutura que tem de ser mudada.

Apoiar os autores e subscrever conteúdos

Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.

Login se tiver comprado

Subscrever

Tenha acesso a todos os nossos conteúdos Premium.
Mais de 100+ artigos.
Assinar agora

Comprar artigo

Desbloqueie este artigo e obtenha acesso permanente para o ler.
Desbloquear agora
PartilharTweet

Mais informação

A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos
Viver

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré
Sociedade

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado
Viver

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Próxima publicação
.

Nazaré promove Semana de Rastreio de Saúde Mental

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

MAIS VISTOS

A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?