Camões falou sobre ela e deu-lhe o rosto do “velho do Restelo” que, longe de ser ignorante naquilo que dizia, era uma pessoa de grande “saber, de experiência, feito”.
Pessoa, sob o véu do heterónimo Bernardo Soares, escreveu-a num livro onde cada linha reflecte o estado do desassossego constante.
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