Todas as manhãs, homens e mulheres com deficiência calçam luvas, ligam máquinas e cuidam de jardins que transformam não apenas espaços verdes, mas também as próprias vidas. Outros colocam a roupa a lavar e a secar, pegam no ferro de engomar e prepararam a roupa dos clientes.
Por trás desses serviços estão instituições que unem inclusão social e prestação de serviços à comunidade, que nem sempre tem noção do impacto para o qual está a contribuir. Apesar de terem supervisão, as pessoas com deficiência provam as suas capacidades, realizando um trabalho digno para o qual são remunerados, como qualquer outro funcionário.
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