Há uma casa na zona centro do país onde a música sempre fez parte da vida. A mãe canta, o pai tocou numa orquestra, e em família tocavam cavaquinho. É desse ambiente que nasce Iolanda, artista natural do concelho de Pombal, que acaba de anunciar a edição de Quebranto, o seu álbum de estreia, para o dia 8 de Outubro e prepara a primeira noite em nome próprio naquela sala de Lisboa, a 7 de Dezembro.
Dos pequenos palcos, as festas da terra, as romarias. Depois, a televisão. Iolanda passou pelos concursos que, em Portugal, funcionam como porta de entrada para a música e que obrigam a aprender cedo a lidar com luzes, câmaras, jurados e com a dureza de ser avaliada em directo. Foi aí que o país começou a fixar o nome, a voz e a presença de palco de uma rapariga do centro do país que não se limitava a cantar bem: sabia o que queria dizer.
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