Fez parte da primeira turma do curso de monitores de actividade física na antiga Direcção Geral de Desportos e, aos 17 anos, foi para Coimbra tirar o curso de treinadores, que só pôde concluir à segunda vez. Afinal, ainda não era maior de idade e não podia receber nota. “Fiz o curso, fiz a avaliação, mas não tive nota”, recorda.
Não que fosse rebelde, mas a mística do andebol já lhe corria nas veias e, talvez, José Bento sabia que era isto que iria fazer no resto da sua vida.
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