É uma colectânea de poemas, aos 90 anos de idade. Os primeiros remontam, provavelmente, à década de 70. “Gritos de alma, como se dizia no meu tempo”, comenta José Luís Tinoco, que acedeu, finalmente, a publicá-los.
“O que se passa é que houve umas pessoas que descobriram aquilo a que eu chamava a minha poesia de gaveta ou a minha poesia clandestina”, conta ao JORNAL DE LEIRIA, numa resposta gravada e enviada com a colaboração do filho, Luís Tinoco.
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