Miguel Gonçalves, de 26 anos, estava a trabalhar numa startup em Berlim e tinha decidido dar um pulo até Lisboa, quando, no dia seguinte, ficou a saber que o seu concelho tinha sido porta de entrada para a tempestade. Ao chegar à Marinha Grande, percebeu de imediato que tinha de ficar para ajudar as suas gentes. Avisou os alemães que passaria a trabalhar remotamente e, desde então, não parou de apoiar quem precisa.
Angariou camiões de alimentos, casas modulares, mais de 10 mil euros em geradores, andou pelo terreno a ajudar pessoas nas situações mais difíceis. Como a do senhor Rogério, que o fez sair da sua “bolha”.
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