Os caroços de azeitona deixaram de ser vistos como resíduos para serem entendidos como subprodutos. Vários lagares da região já alimentam indústrias de biomassa. O negócio ainda não é rentabilizado pelos lagares, mas tem potencial de crescimento.
Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente, disse ao Azul, em Dezembro do ano passado, que a reclassificação do caroço de azeitona surge “numa lógica de promoção da economia circular e de promover ainda uma maior utilização de energias renováveis, nomeadamente da biomassa”. Na região de Leiria, alguns lagares de azeite começam a trabalhar neste domínio. Mas nem todos, já que essa vertente de negócio exige tecnologia que não está ao alcance da generalidade.
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