São jovens iguais a tantos outros. Alguns são bons alunos, outros nem tanto. Namoram, têm amigos, saem à noite, têm comportamentos desafiadores ou rebeldes, típicos da adolescência, mas a maioria reconhece o trabalho que é desenvolvido nas instituições de acolhimento e as oportunidades que lhes proporcionam.
Rejeitam o rótulo de ‘coitadinhos’ e muitos, anos depois de entrarem nos lares residenciais, não têm problema em assumir que serem institucionalizados foi o melhor que lhes podia ter acontecido.
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