Numa batalha renhida com a treinadora, tenta chegar mais perto e aposta no equilíbrio e na estratégia para vencer. Sentada numa cadeira de rodas, toda equipada de branco, com protecções e uma máscara que lhe cobre a cara, estica-se um pouco mais com a espada que tem uma mola na ponta e ri-se sempre que faz ponto na adversária.
“Tem um gostozinho especial fazer ponto à treinadora, mas também aos colegas com mais experiência”, confessa, “principalmente porque é a prova da evolução pessoal”. Com algumas limitações físicas, Sara Santos, de 21 anos, quebra barreiras ao cumprir o sonho de praticar esgrima e mostra que “tudo é possível”.
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