De velas na mão, um brilho nos olhos e um silêncio tocante, centenas de pessoas uniram-se esta segunda-feira à noite para homenagear as vítimas mortais da depressão Kristin, não esquecendo ainda centenas de lares que continuam às escuras e sem comunicações.
“É importante sinalizar as mortes, mas também vincar uma posição e mostrar o quanto precisamos de ajuda externa para fazer face a esta catástrofe”, justificou Sílvia Santos. Acompanhada do marido e de um dos filhos, esta moradora nos Pousos sublinha a dedicação que muitos profissionais têm dado, “trabalhando muitas mais horas que o próprio corpo devia”.
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