Tem 31 anos e acaba de lançar a primeira longa-metragem de ficção, Baan, mas já desde a estreia como realizadora, em 2016, que é um nome a ter em conta no panorama nacional.
Com Balada de um Batráquio, Leonor Teles conquistou o galardão para melhor curta-metragem na Berlinale, um dos mais importantes festivais do mundo, feito suficiente para muitos a considerarem a menina de ouro do cinema português, mas dois anos depois, em 2018, com a primeira longa, o documentário Terra Franca, juntou ao currículo o prémio SCAM do Cinéma du Réel. Seguiu-se a curta Cães que Ladram aos Pássaros (2019), que teve estreia mundial na secção Orizzonti do Festival de Veneza e foi nomeada para os European Film Awards. No mês de Fevereiro, Baan (já premiado na Islândia e nos Caminhos do Cinema Português) estreou-se no circuito comercial.
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