The Undertaker, Triple H ou Rey Mysterio são nomes que estão na memória de diversos portugueses, agora já adultos, mas que por volta da primeira década de 2000 eram crianças ‘coladas’ ao ecrã da TV todos os sábados de manhã, a ver mais um episódio do WWE: Smackdown.
A ‘febre’ do wrestling levava miúdos e graúdos e acordar cedo ao fim-de-semana – um hábito saudável, é certo – para assistir a um programa de luta livre onde, apesar das grandes quedas, gritos e murros, tudo não passava de uma encenação.
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