Os lojistas dos shoppings queixam-se que se não houver ajustes nas rendas muitas empresas poderão não sobreviver. “Não faz sentido termos de pagar as rendas como se estivéssemos num cenário normal. Nem sequer sabemos quando é que o cenário voltará ao normal”, afirma Helder Narciso, responsável pelo grupo Narciso, que tem lojas em centros comerciais em Leiria, Caldas da Rainha e Torres Novas.
A Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR), criada recentemente para juntar um sector que representa mais de 100 mil postos de trabalho e um volume de negócios superior a 10 mil milhões de euros, acusou na semana passada os senhorios de “falta de solidariedade” para com os arrendatários, argumentando que por cada 175 mil euros de prejuízo os proprietários têm apenas mil euros.
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