Quando as primeiras sementes lhe chegaram às mãos, através de um amigo, Vítor Francisco já tinha despertado para a problemática da poluição dos mares causada pelos micro-plásticos, que fragilizam a saúde dos peixes e, através deles, a saúde dos homens. Foi por isso com agrado que semeou, há cerca de dois anos, os seus primeiros 600 pés de luffas, em Alcobaça.
Luffas, explica Vítor Francisco, são plantas trepadeiras comuns nos países tropicais, e por isso muito utilizadas no Brasil e nos países africanos, que dão origem a bagas oblongas com aspecto muito semelhante aos pepinos. Tal como outras plantas trepadeiras, cultivar luffas carece de suportes que lhes permitam desenvolver-se, “como acontece com o vulgar feijão verde”, compara Vítor Francisco.
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