Dedicação, disponibilidade, empatia e afecto caracterizam na generalidade um médico de família, que ri e chora com os seus doentes. Se a relação entre médico e utente mantém uma proximidade, quase familiar, o respeito dos doentes para com o ‘senhor doutor’ tem-se vindo a perder.
Antigamente, o médico era encarado quase como um ser superior e os utentes seguiam à risca a sua prescrição, sendo habitual a oferta de produtos da sua horta para ‘compensar’ a dedicação e a disponibilidade do doutor.
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