Foi há quase 25 anos que Manuel Antunes, então director do Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra, embarcou na sua primeira missão humanitária. Desde então, todos os anos, com excepção do período de pandemia, vai a Moçambique operar, sobretudo, crianças e jovens, com problemas cardíacos.
Liderou também quatro missões em Amã, na Jordânia, dirigidas a crianças sírias refugiadas. São, diz, experiências “marcantes”, que inclui no “espírito do trabalho médico, que deve ter sempre por base o auxílio doente”.
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