PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Sociedade

Mónica quer ajudar milhões de doentes hemodialisados e em ECMO

Investigadora de Leiria integra equipa que estuda órgãos artificiais

Jacinto Silva Duro Jacinto Silva Duro
5 de Fevereiro de 2021
em Sociedade
Mónica quer ajudar milhões de doentes hemodialisados e em ECMO
Share on FacebookShare on Twitter

Mónica Faria está a um passo de dar um enorme contributo para que milhões de pessoas possam ver a sua esperança média de vida dar um salto gigantesco.

A investigadora natural de Leiria dedica-se ao desenvolvimento de membranas que aumentem a eficiência de órgãos artificiais utilizados em técnicas de suporte devida, como a hemodiálise ou a agora conhecida técnica de ECMO – Oxigenação por Membrana Extracorporal, tratamento a doentes críticos com falência cardíaca ou pulmonar potencialmente reversível, como a que acontece em consequência da Covid-19, mas não só.

Em Fevereiro de 2020, esta engenheira química de formação tornou-se investigadora no Cefema – Centro de Física e Engenharia de Materiais Avançados, do Instituto Superior Técnico.

Até aí era docente na Universidade de Columbia, nos EUA, cargo que mantinha desde Junho de 2012. Agora, continua a colaborar com a instituição, orientando alunos em matérias interligadas, porém, devido à pandemia teve de começar a fazê-lo à distância de um oceano.

“O nosso grupo de investigação dedica-se ao desenvolvimento de membranas hemocompatíveis para órgãos artificiais utilizados em duas técnicas de suporte vital extracorporal: a ECMO e a hemodiálise.

A primeira permite o suporte de doentes com falência cardiovascular e ou pulmonar e tem sido utilizada recentemente no tratamento de doentes comCovid-19”, explica.  Na ECMO, adianta, o pulmão artificial ou oxigenador assegura a troca de gases através de membranas semipermeáveis entre o sangue do doente e um compartimento gasoso.

“Na hemodiálise, o rim artificial ou hemodialisador assegura a depuração de toxinas e remoção do excesso de água, através de membranas poliméricas que separam o sangue do dialisante”, conta.

“Pensamos que a pessoa hemodialisada fica bem, mas não é bem assim. A hemodiálise convencional apenas remove cerca de 46% das mais de 140 toxinas presentes no sangue. Muitos doentes renais morrem de problemas cardíacos por causa delas.”

Apesar de a técnica ser aplicada há mais de 45 anos, os dispositivos existentes apenas fornecem um suporte temporário e com muitas limitações, nomeadamente ao nível da hemocompatibilidade e da selectividade das membranas.

“Se conseguirmos remover uma só das toxinas que a actual hemodiálise não consegue, já será um grande feito”, diz.

Em busca de melhores resultados, o grupo está a desenvolver “membranas monofásicas híbridas”, através de um novo processo que junta as técnicas de sol-gel e inversão de fases.

Este método permite obter membranas de alto fluxo, cuja capacidade convectiva e difusiva levam à remoção rápida e eficiente de toxinas de elevado peso molecular.

A funcionalização destas membranas à nano escala permite ainda a depuração de toxinas urémicas ligadas a proteínas as quais não são removidas pela hemodiálise convencional.

“Para o pulmão artificial, no nosso grupo foram desenvolvidas membranas assimétricas de poliuretano com dois segmentos flexíveis. As membranas são hemocompatíveis e apresentam elevada permeabilidade ao dióxido de carbono.”

A equipa que Mónica integra estuda, agora, o aumento da taxa de transferência de oxigénio, através da melhoria das condições de circulação do sangue que levam à minimização das resistências à transferência de massa nas interfaces membrana-sangue.

Quis o destino que Mónica Faria nascesse no Malawi, mas as raízes estão em Leiria, concelho de onde os avós são naturais.

Licenciou-se em Engenharia Química, especializou-se em dispositivos biomédicos e trabalhou no laboratório de órgãos artificiais da Universidade de Columbia (EUA), instituição com quem ainda colabora.

Tópicos: ArrabalCefemaCentro de Física e Engenharia de Materiais Avançadoscolumbiacovid-19ecmohemodiáliseInstituto Superior TécnicoLeiriamónica farianew yorkNova IorquerimUniversityuniversity of columbia
PartilharTweet

Mais informação

Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado
Viver

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
As primeiras seis viaturas já foram entregues a igual número de corpos de bombeiros da região de Leiria
Sociedade

Região de Leiria aprova concurso para comprar seis viaturas e entregar a bombeiros

27 de Outubro de 2026
Chefe de Estado regressa a Leiria depois da Presidência Aberta que fez em Abril
Sociedade

Presidente da Republica vem a Leiria para visitar escolas

27 de Outubro de 2026
Próxima publicação

A peneira que tapa o Sol

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

MAIS VISTOS

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

28 de Outubro de 2026
Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

28 de Outubro de 2026
Marta Bento, estudante de Relações Internacionais
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?