Da casa onde Luís Ceiça cresceu em criança, via-se o Mosteiro da Batalha. Os mais de 40 anos de trabalho no edifício património da humanidade estão documentados em milhares de fotografias e filmes, que continua a guardar, com dedicação.
O diário visual captura um vínculo que se espraia entre a infância e a reforma. E que não esmorece. Mesmo aposentado, regressa. “Tenho de vir cá de vez em quando. Faz-me falta”. Sempre que o antigo funcionário do Estado fala sobre o monumento, não é apenas a história que se encontra nos livros – é memória viva.
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