O maestro António Vassalo Lourenço sublinha a “criatividade rítmica” do bailado estreado há quase 114 anos, em Paris. O Pássaro de Fogo elevou Igor Stravinsky ao reconhecimento internacional e lançou-o como um dos músicos mais originais da sua geração.
É uma “obra emblemática”, que “traz uma linguagem diferente”, realça o director artístico do 42.º Festival Música em Leiria, que começa já este domingo, 17 de Março. E a ponte entre o romantismo e o modernismo que o compositor russo construiu logo em início de carreira (tinha apenas 27 anos) justifica a inclusão no programa “História e Revolução” que a Banda Sinfónica Portuguesa (pela primeira vez a actuar em Leiria) apresenta no Teatro José Lúcio da Silva, pelas 17 horas.
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