Para as raparigas formadas no hóquei em patins, a evolução na modalidade levaria, inevitavelmente, às equipas mistas, fruto da falta de conjuntos exclusivamente femininos onde pudessem encontrar o seu espaço.
A aposta na carreira significava jogar com e contra rapazes que, devido à sua velocidade e força, acabam por tomar a dianteira dos jogos, impõem o seu ritmo e têm no stick o poder de tomar de decisões, nomeadamente na marcação dos golos.
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