A resiliência tem sido uma característica transversal e constante entre muitos empresários desta região, que, a partir da revolução de Abril, têm sido colocados à prova em vários momentos. A entrada na Comunidade Económica Europeia (CEE), a exposição à concorrência global, o impacto da crise do subprime no sector da construção foram algumas das situações a gerir.
Por outro lado, num mercado aberto ao mundo, algumas actividades saíram beneficiadas, como foi o caso do turismo, que, captando público estrangeiro, se tornou num grande motor de desenvolvimento do País.
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