Liberdade, irreverência e superação são sinónimos da modalidade que usa as ruas como tela para a arte em movimento. “É uma forma de estar na vida”, sintetizam os praticantes que fazem isto há décadas. Encontram-se no parque da cidade junto ao rio Lis para mais um fim de dia a fintar rampas, a voar sobre escadas e a dançar em corrimões com uma tábua e quatro rodas.
Acrobacias que parecem fáceis para quem passa, mas que espelham a persistência de muitas horas de treino em lugares inusitados. “Porque o skate é da rua”, sublinha Rogério Venâncio, de 32 anos, que deixa o brilho nos olhos denunciar a emoção ao falar de como tudo começou na Fonte Luminosa, “o local que deu um impulso ao skate em Leiria e ainda hoje inspira skaters de todo o mundo”.
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