Recuperar o estatuto de utilidade pública para a Fundação Mário Botas, de modo a facilitar o acesso a financiamento, “é a prioridade” do presidente do conselho de administração, Joaquim Henriques, que espera pelo resultado das auditorias financeira e jurídica independentes actualmente em curso para avaliar com rigor a situação da entidade, em que diz ter encontrado “alguma desorganização”.
“Temos uma casa desarrumada e estamos a arrumá-la, isso é a primeira fase”, aponta, com exemplos concretos. “Para conseguirmos novamente o estatuto de utilidade pública precisa das contas em dia: não as tem”. Por outro lado, “faltam muitas actas” de reunião relativas aos últimos anos, o que, assinala Joaquim Henriques, torna “difícil” o trabalho neste novo ciclo.
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