Está há seis meses no comando da selecção francesa de hóquei em patins. Como tem sido assumir este papel?
É gratificante. A França é uma das selecções apetecíveis porque tem alguns jogadores que nos últimos anos deram um aporte muito gran de ao panorama do hóquei mundial. E a França está a querer crescer como selecção e como campeonato. Tem sido bom. Houve a Taça das Nações, feita com as melhores selecções do mundo, onde nós tivemos um honroso terceiro lugar. Conseguimos ganhar a Portugal e Itália e fazer bons jogos contra Espanha e Argentina. Foi boa a forma como fui recebido e como o trabalho foi assimilado pelos jogadores, que é aquilo que mais interessa.
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