Família e amigos ao redor de um parque de merendas, com boa comida e bebida, bom tempo e a perspectiva de uma vida nova parecia o cenário perfeito para João Silvestre, que estava há cerca de um mês na Suíça, em 2014, após cinco anos no exército.
Queria entrar para os quadros e passou a todos os testes – físicos, escritos e psicológicos – mas quando chegou aos médicos e lhe perguntaram se já tinha sido operado, deu uma resposta que ainda hoje se arrepende: “sim”. A vida de futebolista amador provocou-lhe uma lesão no ligamento cruzado anterior, no joelho, onde teve de levar um parafuso. Este é logo um dos critérios para não ser aceite nos quadros do exército.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.









