“Vende cromos? Não, estão esgotados”. A conversa tem-se repetido nos quioques, papelarias ou cafés que pudessem ter as saquetas mais procuradas do mercado – pelo menos, não custa tentar e perguntar.
A febre dos cromos tomou conta de miúdos e graúdos, que querem completar a caderneta e ficar com a recordação deste que poderá ser o último Mundial de Cristiano Ronaldo e Messi, jogadores que reúnem mais adeptos por todo o mundo.
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