Já não há paciência… para pessoas sem empatia e compaixão, que se aproveitam dos problemas atuais da sociedade para dizerem umas frases soltas em troca de visibilidade e reconhecimento mesmo que essa informação seja sensacionalista e totalmente falsa – aquela velha máxima “falem bem ou falem mal, o importante é que falem.”
Detesto… telemóveis com o volume alto em espaços públicos, em que o ruído dos vídeos das redes sociais e das notificações são uma constante, não havendo respeito pelo espaço do outro.
A ideia… é ficar mais atento às pessoas que fazem parte da nossa vida, cultivando a amizade, ter a iniciativa de procurar saber se estão bem e cuidar delas. É sermos mais empáticos e solidários.
Questiono-me se... terei de voltar novamente a viver em Lisboa por motivos profissionais, agora que regressei à minha Leiria após 20 anos.
Adoro… um bom dia de praia e “mariscar” ao final do dia com o sal no corpo. Uma imperial bem tirada. Conduzir com a música alta e de vidros abertos em direção às nossas praias numa manhã de sol. Fazer um dia de Sporting. Almoçar ao domingo em casa dos meus pais e de almoços prolongados com os amigos. Um bom vinho. Ajudar alguém. Pessoas simpáticas e que se preocupam com o nosso bem-estar. Itália. Ir a concertos e a festivais e conseguir ver o palco sem dificuldades devido à minha altura de 1,96m. Noites de verão.
Lembro-me tantas vezes… dos tempos que jogava andebol na Juve Lis, dos primeiros torneios longe de casa com os meus amigos, e como isso me permitiu arranjar e manter amizades até aos dia de hoje.
Desejo secretamente… conseguir cozinhar como a minha mãe cozinha.
Tenho saudades… dos meus amigos que vivem no estrangeiro. De ver a Praça Rodrigues Lobo cheia, numa noite de verão, com as crianças a brincarem no centro da praça. De passear pelo centro de Lisboa e não me sentir um estrangeiro. De ir a um concerto e não haver telemóveis. De estarmos mais presentes e ligados às pessoas. De mergulhar no mar.
O medo que tive… quando uma pessoa muito importante ficou doente e pensei na possibilidade de nunca mais a ver.
Sinto vergonha alheia… das pessoas barulhentas e de conteúdo vazio que querem protagonismo.
O futuro… preocupa-me devido às alterações climáticas (e negacionistas que acabam por impedir que sejam adoptadas medidas mais concretas e profundas), possibilidade de uma terceira guerra mundial, novas pandemias, crescimento da extrema-direita e possibilidade de um regime antidemocrático.
Se eu encontrar… forma de acabar esta frase, envio depois. Terminou o tempo.
Prometo… ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na “saúde” e na “doença”, todos os dias da nossa vida, meu grande Sporting!
Tenho orgulho… na minha família e nos meus amigos. Na minha namorada. No meu percurso profissional e nos valores que levo para a vida.










