O penhor é uma actividade muito antiga e que nunca parou. Mas tem crescido especialmente nesta fase de pandemia, não só porque muitas famílias não têm acesso ao crédito bancário, mas também porque a própria presença física no banco ficou algo dificultada com a Covid-19. Esta é a convicção do presidente da Associação de Prestamistas de Portugal.
Neste cenário, observa Luís Valente, as casas de penhores têm-se apresentado como uma alternativa para muitas pessoas, que assim, de forma mais rápida, conseguem obter crédito e dar resposta aos seus compromissos, expõe o responsável.
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