Aliam a técnica à expressão corporal para conquistarem medalhas e esfumam a força física no equilíbrio e na coordenação que transformam anos de trabalho em coreografias que até parecem simples. A simbiose perfeita entre o corpo e a música em cima de patins de quatro rodas traduz a patinagem artística.
Uma arte bonita onde a competição esconde centenas de horas de treino, dedicação no ginásio e muito trabalho na flexibilidade. “Tudo muda, aprende a ser responsável e pontual, a ter regras e até a alimentação e a forma de estar são diferentes porque isto passa a ser a vida dela”, conta Kseniya Postolenko, de 37 anos, mãe “muito orgulhosa” de Albina Kachur, de 13 anos.
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