Assim que Pedro abre a porta, Tintim, o cão de água que o acompanha desde a sua última fase de sem-abrigo, salta à nossa frente, como que a dar-nos as boas-vindas. Atrás de si, apresenta-se uma casa impecavelmente limpa e arrumada.
“Tenho de tratar do meu canto”, justifica.
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