PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Opinião

Petróleo não mata a sede

É verdade que há malucos para tudo, mas felizmente que a maioria prefere ter água limpa para matar a sede do que a língua colada com crude ao céu da boca, mesmo que com os bolsos cheios de dinheiro.

João Nazário João Nazário
14 de Dezembro de 2017
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
João Nazário
João Nazário14 de Dezembro de 2017

Num tempo em que as alterações climáticas trazem períodos de seca cada vez mais severos, com muitos especialistas a anteciparem escassez de água potável e a defenderem a necessidade de repensar o seu uso, nomeadamente na agricultura, é de malucos colocar-se, sequer, a hipótese de pôr em risco os lençóis freáticos existentes para explorar petróleo ou gás.

No entanto, como bem se sabe, o que há mais por esse mundo fora são pessoas que devem pouco à sanidade mental em lugares de decisão, incluindo à frente de países, pelo que não é de espantar que o que para uns é óbvio, como é o caso de preservar os recursos essenciais à vida, para outros não passe de uma mania dos ambientalistas, esses inimigos do desenvolvimento…

Não surpreende, portanto, que ainda haja quem pense que os problemas do País se resolverão encontrando petróleo ou gás, e surjam contratos semi-desconhecidos para a sua prospecção e exploração, incluindo em zonas densamente habitadas, como é o caso da faixa entre a Figueira da Foz e Caldas da Rainha, utilizando métodos, no mínimo, questionáveis.

É fundamental que o assunto seja debatido publicamente e que se saiba bem o que está em causa, pois certamente que o grosso das pessoas não estará disposta a trocar água por petróleo, mesmo que o ouro negro ainda valha mais.

É verdade, como referido atrás, que há malucos para tudo, mas felizmente que a maioria prefere ter água limpa para matar a sede do que a língua colada com crude ao céu da boca, mesmo que com os bolsos cheios de dinheiro.

Se dúvidas houvesse sobre a crise profunda por que passa o PSD de Leiria, estas ficaram desfeitas com a eleição concelhia do passado sábado. Numa década, num dos concelhos mais fiéis à cor laranja, que disputava com Viseu o epíteto de ‘Cavaquistão’, os sociais-democratas deixaram-se cair num buraco que parece não ter fundo.

Após perderam a Câmara para Raul Castro e o PS, ainda no tempo de José António Silva e com Damasceno como cabeça-de-lista, o PSD obteve duas humilhantes derrotas que possibilitaram a Castro governar o concelho em maioria. Com tamanhos desaires, seria de pensar que o partido teria a capacidade de olhar para dentro, analisar o que está mal e de se unir à volta de uma equipa que apresentasse novos rostos, nomes fortes e uma estratégia de mudança.

No fundo, pessoas capazes de fazer a revolução interna que já todos perceberam ser urgente. No entanto, sem que tivessem aparecido grandes soluções, o PSD da capital de distrito terá mais do mesmo, que é como quem diz, a mesma liderança que levou o partido a dois resultados eleitorais de todo impensáveis há alguns anos.

Ao mesmo tempo que os leiriense receberam a boa notícia de que as obras do jardim da Almuinha Grande foram adjudicadas e que, se forem cumpridos os prazos, na Primavera de 2019 já se poderá apanhar um pouco de sol deitado na relva, vai-se assistindo ao nascimento de mais um atentado urbanístico na cidade.

Falamos, obviamente, dos cinco andares de cimento e betão que estão a ser construídos no sopé do Castelo, virados para o centro histórico, ao lado do miradouro da avenida Ernesto Korrodi, que verá amputado um dos ângulos.

O facto de estar tudo dentro da legalidade, além de estranho, não atenua em nada o sentimento de indignação de muitos.

Director

Tópicos: editorialjoaonazario
PartilharTweet

Mais informação

Os bons tempos são os do presente
Opinião

Os bons tempos são os do presente

3 de Setembro de 2026
Jacinto Silva Duro, jornalista
Opinião

Dezasseis dias para reparar uma ponte na A1, um ano para 30 metros no IC8

6 de Agosto de 2026
Jacinto Silva Duro, jornalista
Opinião

Um distrito, duas capitais. E a força do Nascentes

25 de Junho de 2026
Cláudio Garcia, director interino
Próxima publicação
Centimfe ajuda Renault Cacia a desenvolver novo produto

Centimfe ajuda Renault Cacia a desenvolver novo produto

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

MAIS VISTOS

Livro relata a experiência do autarca com a crise Kristin

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

28 de Outubro de 2026
Factos foram julgados no Tribunal de Leiria

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?