O que mais impressiona é, provavelmente, o olhar atento e detalhado sobre a paisagem, numa época em que não é possível pintar fora do estúdio, por não existirem tintas fáceis de transportar para o exterior.
As duas obras atribuídas ao italiano Francesco Zuccarelli (1707-1788) surpreendem o visitante no núcleo de exposição “A Biodiversidade na Arte”, mas, no Museu da Comunidade Concelhia da Batalha (MCCB), encontra-se uma outra, também emprestada pelo Novo Banco, da autoria de Jean-Baptiste Pillement, considerado um dos mais importantes paisagistas franceses do século XVIII.
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