O prazo para a elaboração do Plano de Pormenor de Salvaguarda do Campo Militar de S. Jorge, que irá definir o que se poderá fazer no local onde portugueses e espanhóis travaram a Batalha de Aljubarrota, foi prorrogado por mais um ano.
O processo, que esteve num impasse durante mais de uma década, sofre agora um novo revés, que, segundo explicou Jorge Vala, presidente da Câmara de Porto de Mós, na última reunião de executivo, se deve, sobretudo, às alterações na tutela da Direcção Regional de Cultura do Centro (DRCC), que, no âmbito da descentralização de competências, passará para a alçada da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).
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