Desde “sempre” que Rute Dias soube que queria fazer arte. Formou-se em Artes Plásticas – Escultura, pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, mas as circunstâncias conduziram-na por caminhos diferentes. Durante 18 anos, percorreu o mundo, como guia turística, até que, há seis anos, decidiu mudar de vida.
Pela necessidade de “desacelerar”, trocou Oeiras, um dos concelhos mais densamente povoados do País, por Alvados, pequena aldeia do concelho de Porto de Mós, com pouco mais de 400 moradores, que não conhecia, mas que respondia aos dois critérios que tinha definido: estar a uma hora e meia de Lisboa, para que os dois filhos, então com 17 e 9 anos, pudessem “mais facilmente” manter o contacto com a família em Lisboa, e que ficasse no meio da natureza.
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