PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Desporto

Pranchas artesanais da Atouguia da Baleia têm procura universal

Miguel Sampaio Miguel Sampaio
06/01/22 06:01
em Desporto
Pranchas artesanais da Atouguia da Baleia têm procura universal
Share on FacebookShare on Twitter

Avançamos por uma estrada de terra batida rodeada de estufas até chegar ao edifício onde está instalada a fábrica. O plástico tomou literalmente conta da paisagem nesta zona do concelho de Peniche, a meio caminho entre o centro de Atouguia da Baleia e a praia de Supertubos, precisamente o local onde aqueles que aproveitam as ondas para momentos únicos de diversão se deliciam ao utilizar as pranchas de que vos vamos falar.

Instalados num barracão antigo alugado e pintado de azul e branco onde só passa quem quer mesmo lá passar, é ali que Gato e Barrela fazem, há década e meia, um tipo de “artesanato” muito específico.

Eles dedicam-se diariamente à construção manual de pranchas personalizadas de bodyboard. Lá dentro, onde fazem magia, as máquinas foram todas criadas por eles.

[LER_MAIS]Apesar de a matéria-prima ser, toda ela, originária da Ásia, tudo é feito à mão e à medida de quem quer comprar. É precisamente nesse “serviço custom” que a Refresh Boards faz a diferença. Tanta, que a trabalhar como eles, no mundo, já só “há mais quatro ou cinco”.

Na Europa, então, são “únicos”, explica, orgulhoso, Carlos Fernandes, conhecido por Gato. Há nos Estados Unidos, no Brasil, África do Sul e Austrália. “Agora, apareceu um rapaz no Havai com um método de trabalho igual ao meu: tudo à mão.”

Talvez por isso, a procura seja tão grande. Anualmente, fazem entre “500 e 600 tábuas”, que são transaccionadas para os quatro cantos do planeta. “Ainda agora vendi duas para Hong Kong”, atira.

A fama é já internacional, mas começou no “passa-a-palavra. “Como já fazia pranchas as pessoas conheciam- me e depois o meu sócio também é muito conhecido porque é um bom atleta.”

Faltar à escola

Um é de Peniche, o outro de Atouguia da Baleia, pelo que não surpreende o facto de desde muito cedo se terem dedicado às ondas. Quando Nuno Pereira, o Barrela, foi estudar para a escola da sede de concelho, acabou por entrar no grupo de Gato. Entre muitas ondas, muita diversão e muita cumplicidade, surgiu o sonho comum de ter uma fábrica de pranchas de bodyboard.

Por ir para a praia diariamente e pensar mais em tubos do que em equações matemáticas, Gato acabou por chumbar por faltas. Assim, aos 17 anos foi para a tropa e aos 20 começou a trabalhar no melhor sítio que poderia conceber, coincidência das coincidências, numa fábrica de pranchas de bodyboard. Por isso, o acumular de experiências e saberes já dura há 26 longos anos.

Mas há coisa de década e meia, a empresa onde trabalhava começou a tomar decisões que entendeu serem obsoletas e os amigos decidiram que era altura, então, de avançar de vez com aquele projecto que tinham na gaveta. Em 2007 arranca então a Refresh Boards, só que as pranchas apenas começaram a ser produzidas em 2008, recorda Carlos Fernandes.

Amigos do bairro

“Demorámos um ano a preparar o armazém, que estava arrombado. As máquinas – que ainda são basicamente as mesmas – fomos nós que fizemos, porque não se encontram no mercado. Outras tiveram de ser alteradas com a minha experiência. Estivemos dia e noite, durante um ano, a trabalhar para abrir. Nós, mais um serralheiro, um torneiro mecânico e dois soldadores, meus amigos, do meu bairro.” Uma prancha, explica Gato, “é como um carro”. “Há a base e depois começa- se a pôr extras e a ficar mais caro.”

É isso que define o preço final do produto, que pode oscilar entre os 150 e os 550 euros. É “impossível” seguir os preços praticados pelas empresas asiáticas, pelo que a aposta só pode mesmo ser na qualidade. Ainda por cima, entende Barrela, que aprendeu “tudo” com o amigo, fazer uma prancha personalizada é fundamental para se poder tirar o máximo de prazer possível de cada vez que se faz às ondas. E isso não tem que ver com as medidas do atletas, mas com a forma como cada um gosta de surfar. “É como com as namoradas. Há quem goste delas mais altas ou mais baixas, mais magras ou mais gordas. Porquê? Ninguém sabe.”

RELACIONADOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem
Sociedade

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria
Economia

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira
Sociedade

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Próxima publicação
Treze jogos dão título de campeão de Inverno à União de Leiria na Liga 3

Treze jogos dão título de campeão de Inverno à União de Leiria na Liga 3

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?