PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Economia

Produção rápida, ecológica e “amiga” do negócio

Daniela Franco Sousa Daniela Franco Sousa
23/02/18 12:02
em Economia
Produção rápida, ecológica e “amiga” do negócio
Share on FacebookShare on Twitter

É rápido, ecológico e oferece total liberdade de geometrias. Eis algumas das vantagens do fabrico aditivo que têm captado o interesse de empresários e particulares pelo software e pelos equipamentos de impressão 3D.

Andreia Nabais, sócia-gerente da Dimlaser, de Leiria, explica que a sua empresa foi constituída há dez anos, com foco na impressão 3D em metal. O cliente apresenta as suas necessidades e a Dimlaser acompanha o processo até à execução do artigo. Empresas de moldes, plásticos, de medicina dentária, de joalharia ou do ramo automóvel estão entre os clientes que mostram interesse crescente nesta tecnologia, explica a sócia-gerente.

No caso da impressão em 3D (ainda que com algumas nuances que possam decorrer dos diferentes tipos de material), o processo de fabrico baseia-a num ficheiro em 3D, na impressão propriamente dita e no acabamento final, expõe a empresária. Assim, além de ser um processo mais rápido do que pela via convencional (já que não precisa de molde e tem menos etapas associadas do que o fabrico por subtracção), o fabrico aditivo é também mais ecológico, na medida em que não envolve desperdício de material, salienta Andreia Nabais.

Além disso, o fabrico aditivo é também mais adequado para obter geometrias não convencionais. Estes argumentos têm motivado o interesse de clientes portugueses e estrangeiros. A Dimlaser já exporta para França, Dinamarca, Estados Unidos e Alemanha. “Exportamos sobretudo para a indústria de moldes, mas também para o creative freestyle”. Ou seja, alguém que tem uma ideia para um anel ou qualquer outra peça única, e que com o apoio e os equipamentos da Dimlaser transforma um sonho num artigo real.

A Codi, de Leiria, tem também uma experiência vasta de impressão 3D. Está entre as empresas que mais cedo começaram a comercializar soluções de impressão 3D. Há cerca de 20 anos. Além de comercializar equipamentos e software, presta serviços a quem quer imprimir em três dimensões, seja em plástico, resina, cerâmica ou papel, explica Francisco Aguiar, responsável de Marketing da Codi.

Entre os seus clientes estão empresas que compram impressoras para utilizar nas suas indústrias do ramo automóvel, aeronáutica, moldes, plásticos, saúde ou calçado. E há também quem subcontrate os seus serviços de impressão 3D para obter peças de controlo dimensional para linha de produção; ferramentas para linha de produção; peças de apoio à linha de montagem e moldes protótipo.

Para negócios de “sucesso”
Peça finalizada em 48 horas

Francisco Aguiar, da Codi, reconhece que um molde feito através de fabrico aditivo não tem a mesma durabilidade de um molde executado de forma convencional. Traz, no entanto, outras grandes vantagens: permite acelerar processos e reduzir riscos. Como? Imagine-se que um cliente chega à região vindo do outro lado do mundo. Em 48 horas consegue validar o design, validar o protótipo e perceber como ficará o produto final, já injectado. “Em dois dias leva a peça plástica final injectada e vai mais seguro ao ver algo palpável. Toma uma decisão de compra mais consciente o que aumenta a taxa de sucesso do negócio”, frisa Francisco Aguiar. Imprimir um maxilar em 3D também permite ao cirurgião saber o que vai encontrar no momento da intervenção cirúrgica, poupar tempo de operação e oferecer mais segurança ao paciente, exemplifica Francisco Aguiar. Já no calçado, a impressão 3D permite fazer em três dias uma maqueta que demorava três semanas a obter. “E como carece de menos pessoas envolvidas no processo, favorece-se a confidencialidade”, conclui.

 

 

Tópicos: 3Deconomiaimpressão digitalnegócios

RELACIONADOS

Pombal expande Zona Industrial da Guia
Economia

Pombal expande Zona Industrial da Guia

Setembro 10, 2026
Sem medo de crescer: Incentea deixou de ser PME e é small mid cap
Economia

Sem medo de crescer: Incentea deixou de ser PME e é small mid cap

Setembro 7, 2026
Chuva de Agosto arrefeceu procura por hotéis da região
Economia

Chuva de Agosto arrefeceu procura por hotéis da região

Setembro 6, 2026
Próxima publicação
Viagem virtual ao tempo em que castelos e mosteiros eram pintados de vermelho, azul ou dourado

Viagem virtual ao tempo em que castelos e mosteiros eram pintados de vermelho, azul ou dourado

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?