“Talvez o maior orgulho não seja o que construimos, mas o que conseguimos manter: a dignidade, o cuidado, a esperança. Hoje, ao olhar para trás, vejo não só o caminho percorrido, mas o impacto silencioso de tudo o que foi feito. Vinte anos depois, aquela porta continua aberta, continua azul, continua viva.”
As palavras, emocionadas, pertencem a Ana Patrícia Quintanilha, uma das fundadoras do Porta Azul, centro sócio-sanitário, de redução de riscos e minimização de danos, sediado na Marinha Grande, que esta segunda-feira celebrou duas décadas de actividade.
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