A detenção de um jovem de 18 anos, natural do concelho da Batalha, na quinta-feira, por suspeita de planear um acto terrorista na Faculdade de Ciências de Lisboa, suscitou reacções de especialistas em saúde mental, que advertem para a necessidade de um debate sério sobre esta problemática e para a existência de uma verdadeira literacia para a saúde mental. Os alertas visam incentivar quem precisa de ajuda a procurá-la e pôr fim a estigmas.
“Foi tudo muito mal orientado, até em termos de imprensa. Quase criaram um demónio sobre um miúdo que precisa de apoio. Temos é de reforçar o papel importantíssimo da saúde mental, tanto em termos da pedopsiquiatria, como da psicologia”, propõe Arlete Crisóstomo, pedopsiquiatra.
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