PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Opinião

Racismo e xenofobia

“Portugal é um país com manifestações de racismo e de xenofobia”, reconhecia a então secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, quando se completou um ano da entrada em vigor da Lei para a Prevenção, Proibição e Combate à Discriminação.

Raquel de Sousa Silva, directora adjunta Raquel de Sousa Silva, directora adjunta
30 de Janeiro de 2020
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
Raquel de Sousa Silva, directora adjunta
Raquel de Sousa Silva, directora adjunta30 de Janeiro de 2020

O recente episódio envolvendo a alegada agressão policial a uma cidadã negra e a polémica suscitada por uma proposta do Livre para que seja devolvido o património cultural às ex-colónias, que levou o líder do Chega a sugerir que a deputada que o propôs – Joacine Moreira – seja devolvida “ao país de origem”, trazem mais uma vez à baila a questão do racismo.

No primeiro caso, a SOS Racismo pediu a suspensão do agente policial envolvido e em comunicado garantiu que “tudo fará para que o caso seja conduzido até às últimas consequências, para que se faça justiça e se acabe com a impunidade da violência policial racista”.

Já a PSP diz que a mulher reagiu de forma “agressiva” e resistiu à detenção.

No segundo caso, André Ventura, líder do Chega, sugeriu nas redes sociais que Joacine Moreira fosse devolvida ao “país de origem”, depois desta deputada do Livre ter proposto a devolução do património cultural existente nos museus portugueses às ex-colónias.

Tanto o partido da deputada como o Bloco de Esquerda o acusaram de racismo, com o Livre a classificar como “deploráveis e racistas” as suas palavras. E o PS anunciou ontem que vai propor na Assembleia da República uma condenação formal do deputado do Chega, por “xenofobia”.

Afinal, somos ou não um país racista? Há quem diga que não – se questionados, a maioria dos portugueses nega sê-lo – mas também quem garanta que sim.

Se nos compararmos com países onde se registam com maior frequência incidentes contra comunidadades de imigrantes, refugiados e grupos minoritários, se calhar até ficamos menos mal na fotografia.

Mas se atentarmos bem na forma como muitos portugueses pensam e agem em relação a alguns grupos não poderemos, com justiça, afirmar que não há racismo em Portugal. Além do racismo expresso, há um outro, escondido e silencioso e, por isso, mais difícil de identificar e combater.

“Está tudo bem, ‘os outros’ que façam a sua vidinha, desde que não venham mexer comigo!” será certamente um dos sentimentos ainda presentes na nossa sociedade. E os outros tanto podem ser os negros como os ciganos.

Em entrevista nesta edição, Maria José Casa-Nova, ainda coordenadora do Observatório das Comunidades Ciganas, afirma que existe em Portugal discriminação e racismo, “institucional e institucionalizado”.

Manifesta-se “de muitas formas e sem as pessoas terem consciência”.

O racismo institucionalizado “é um racismo sem rosto”, é “de todas as pessoas e não é de nenhuma”.

Está “incrustado”, muitas vezes as pessoas “não têm consciência de que estão a ter comportamentos racistas”, pelo que é a forma de racismo mais presente na sociedade, mas também a “mais difícil de desconstruir”.

Por isso, mais do que tolerar, é preciso integrar. E para isso há que educar, desde o berço, para o facto de que todos somos pessoas iguais.

Mostrar que ser negro ou cigano, ou pobre ou homossexual, não significa ser cidadão de segunda, com menos direitos ou menos deveres.

“Portugal é um país com manifestações de racismo e de xenofobia”, reconhecia a então secretária de Estado da Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, quando se completou um ano da entrada em vigor da Lei para a Prevenção, Proibição e Combate à Discriminação.

Leis existem, e até somos conhecidos por ser um país com boas leis. Mas a sua aplicação é efectiva? Há fiscalização? São aplicadas sanções a quem prevarica?

Pois… esse é outro campeonato. E neste nem sempre jogamos bem!

Tópicos: editorialopiniãoRaquel Sousa Silva
PartilharTweet

Mais informação

Opinião

A (ir)relevância de lamber um ecrã

27 de Outubro de 2026
Paulo José Costa, psicólogo clínico
Opinião

Stress a stress, enche o copo

27 de Outubro de 2026
Cláudia Camponez, psicóloga educacional
Opinião

Data centers e a fome por recursos

26 de Outubro de 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
Próxima publicação
Alcobaça ganha pavilhão multiusos de quase cinco milhões de euros

Alcobaça ganha pavilhão multiusos de quase cinco milhões de euros

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

MAIS VISTOS

Factos foram julgados no Tribunal de Leiria

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?