A história retrata os tempos gloriosos nas primeiras divisões com as lutas difíceis de um clube que envolvia toda a comunidade. Os tempos mudaram e a secção de hóquei em patins acabou, mas há cerca de cinco anos a juventude mexeu-se para fazer renascer a modalidade nos Marrazes, em Leiria. Veio uma pandemia, os treinos abrandaram e no ano passado nem sequer se inscreveram em competição. Um ano depois o SC Leiria e Marrazes segura o segundo lugar da 3.ª divisão nacional de hóquei em patins e está na liguilha para subir.
O segredo? “A ligação muito forte dos jogadores ao clube e à terra, o plantel com qualidade e a dedicação de quem joga sem receber dinheiro”, confidencia o treinador Simão Clemente, de 36 anos, que ajudou a reabrir a modalidade e na última época assumiu a liderança da equipa técnica.
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