“A Nazaré é uma caixa de surpresas. Quanto estamos a entrar no mar, ou vamos apanhar a maior onda da nossa vida, ou vamos apanhar a maior onda da nossa vida na cabeça. A Nazaré é um caso de amor e ódio”. Há cinco anos que Luís Henrique da Silva, durante a temporada de Inverno, vem à Nazaré. É um dos brasileiros que fica alojado no Centro de Alto Rendimento (CAR) de Surf e pertence ao ‘Esquadrão Suicida’, um grupo de surfistas que procura as maiores ondas, mas que entra no mar a remo, sem o auxílio das motas de água, essenciais para uma maior segurança dentro de água.
Pertencem ao underground do surf de ondas gigantes – não têm patrocínios, trabalham o ano todo para angariar dinheiro e vir para a Nazaré viver o sonho, mesmo com todos os riscos associados.
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