Numa cidade que despertou com a urgência de reconstruir o conforto mais básico, o Te-Ato manteve-se como porto seguro para “alguma normalidade”, no meio da devastação, durante o mês de Fevereiro. “E houve famílias que vieram ter connosco”, assinala a directora executiva da companhia de teatro, Inês Ferreira.
Sem danos causados pela depressão Kristin, o palco da Sala Jaime Salazar Sampaio, em Leiria, recebeu nas últimas semanas três apresentações de espectáculos para a infância, que já estavam programadas – momentos “fora da tempestade”, capazes de proporcionar calma e descontracção.
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