Começou a correr pelo “clube do coração” há muitos anos. “Quando cheguei a Pombal, nem sabia que havia futebol e vi pela primeira vez um pelado”, recorda, entre risos, quem já estava habituado a jogar na relva, em França.
Passaram mais de duas décadas, João Pinto tem quase 40 anos e nem isso o impede de continuar a fazer o que lhe “dá vida”. “Eu nunca gostei muito de treinar, e todos os treinadores souberam isso, mas ao domingo, a partir da hora da concentração, o cérebro começa a funcionar e o corpo a fervilhar”, descreve.
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