William em Inglaterra, Guilherme em Portugal. Quando chegou à Marinha Grande, no século XVIII, contavam-se menos de 4 mil habitantes. O crescimento da freguesia na órbita da Real Fábrica de Vidros é o facto inspirador de um novo jogo de tabuleiro actualmente à procura de editora no mercado internacional. Stephens decorre entre 1769 e a primeira invasão francesa, em 1807, com os jogadores no papel de mestres vidreiros que instalam negócios à volta da empresa.
Em cada turno, os jogadores ajudam a Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande, administrada por Guilherme Stephens, a cumprir contratos de vidro plano, garrafaria e cristais com Inglaterra, a coroa portuguesa e as colónias ultramarinas. Mas, em simultâneo, fomentam outras actividades, representadas por cartas de profissão que incluem o empalhador, o lapidador, a peixeira, o médico, a lavadeira, o carpinteiro ou o escriturário. Quem melhor gerir a rede de influências, à medida que a vila se desenvolve e fixa população, vai acumular pontos e ganhar.
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