PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Economia

Subida do custo com electricidade afecta competitividade das empresas

Os custos da energia eléctrica continuam a subir, afectando negativamente a competitividade das empresas da região. Para não subirem preços ao cliente, muitas acabam por esmagar as margens e sacrificar a rentabilidade

Raquel de Sousa Silva Raquel de Sousa Silva
23 de Julho de 2018
em Economia
Subida do custo com electricidade afecta competitividade das empresas
Share on FacebookShare on Twitter

O preço da electriciade continua a registar aumentos, situação que está a preocupar os empresários. Em Maio, o preço grossista no mercado ibérico de electricidade disparou 29%, fazendo soar os alarmes em vários sectores, avança o Expresso.

“De facto, os custos com a energia têm subido. O aumento do preço da componente de energia eléctrica para média tensão registou, em 2018 face a 2017, aumentos acima dos 20% em particamente todos os sectores industriais”, confirma Jorge Santos.

O presidente da associação empresarial Nerlei, que há vários anos recebe queixas das empresas sobre esta matéria, afirma que “estes aumentos afectam negativamente a competitividade das empresas, que actuam num mercado cada vez mais global, onde têm de competir com empresas de países que têm preços de energia mais competitivos”.

Estas subidas nos preços da energia “aumentam os custos de produção das empresas que, ou os reflectem no preço ao cliente e perdem competitividade face à concorrência, ou esmagam as suas margens e sacrificam a sua rentabilidade”.

No caso da Vipex, empresa da Marinha Grande que se dedica ao desenvolvimento, engenharia, industrialização e fabrico de produtos ou componentes em termoplásticos, da qual Jorge Santos é director-geral, não se têm registado aumentos porque há um contrato ainda em vigor. “Mas acredito que na renovação essa questão se irá colocar. Já aderimos ao e-util [ver caixa] para minimizar o impacto desse aumento”, diz o gestor.

Na Prelis, fabricante de tijolos de Leiria, a energia eléctrica pesa 30% no total dos custos. Luís Ferreira lamenta o aumento de preços e frisa que os produtos que vende não os podem reflectir. “Torna-se cada vez mais complicado concorrer com produtos semelhantes de países com custos energéticos mais baixos e até com produtos alternativos”.

O empresário reconhece que é possível adoptar alternativas à electricidade, mas tal exige “investimentos significativos e conhecimento científico inovador”. No caso da Prelis, há uns anos que substituiu o gás natural por biocombustíveis, reduzindo assim a factura nesta área, o que lhe permitiu “acomodar os custos com a electricidade”. Caso contrário, “já não existiria”.

“Pagamos a energia muito cara, o que afecta a nossa competitividade”, diz igualmente Fernando Perpétua, sócio da cerâmica Perpétua, Pereira e Almeida, de Alcobaça, onde os custos com electricidade representam cerca de 5% do volume de negócios. Num almoço recente com o secretário de Estado da Internacionalização, na Nerlei, o empresário alertou precisamente para esta questão.

José Sequeira, secretário geral da Apicer, associação do sector cerâmico, lembra que a energia é uma “questão fulcral” para esta indústria e adianta que as empresas têm reportado aumentos de custos relacionados com a electricidade. Tanto nesta como no gás natural, “o que se verifica é que os preços continuam a subir”.

Paulo Valinha considera que a subida do preço da electricidade é um “problema que se tem agravado”. No caso da Tecfil, empresa produtora de fios e cordas da Marinha Grande, tem vindo a ser confrontada com aumentos. O empresário admite recear as alterações decorrentes da próxima renovação do contrato, já em 2019. “Estes aumentos limitam a competitividade das empresas. Numa época em que a concorrência é tão feroz, qualquer aumento de custos tem impactos”.

 [LER_MAIS] O empresário explica que a Tecfil tem feito o que está ao seu alcance para mimizar o consumo de electricidade e, por consequência, a factura. “Nos últimos dez anos investimos cerca de dez milhões de euros em equipamentos mais eficientes do ponto de vista energético. E estamos agora a estudar a produção de energia a partir de painéis fotovoltaicos, mas é um investimento elevado”.

Paulo Valinha diz, por exemplo, que no ano passado o custo da componente distribuição subiu 30% no período nocturno, situação que “ninguém sabe explicar”. Lamenta que pareça “existir um sistema que protege estes aumentos significativos e injustos”, ao mesmo tempo que defende que é preciso que “alguém apure se há justificação para eles”. “Há mais consumo? Mas também há mais produção”, entende.

Ao Expresso, a EDP referiu que “não obstante o nível confortável de armazenamento das barragens, o preço de mercado é ibérico e resulta do custo marginal das centrais térmicas”. Por outro lado, “a subida do preço de CO2, no mercado europeu, e os preços altos de carvão e do Brent, indexante dos contratos de gás, no mercado internacional, provocaram um aumento dos custos de produção destas tecnologias”.

E-util
Compras conjuntas de electricidade

O presidente da Nerlei refere que a associação tem feito o que está ao seu alcance, como denunciar, alertar e pedir a intervenção de várias entidades. Fá-lo quer nos organismos onde está representada, nomeadamente no âmbito da CIP, quer “reiteradamente nas intervenções públicas, nomeadamente quando na presença de governantes”.

“Sabemos que uma parte destes custos energéticos se deve à política energética, alicerçada em subsídios, que tem sido seguida pelos sucessivos governos e que acaba reflectida nos preços ao consumidor final”, aponta Jorge Santos. A Nerlei está ainda envolvida com a AIP no projecto e-util, já em curso, de compras conjuntas de energia através de leilão. “Aproveito esta oportunidade para convidar mais empresas a aderir a este projecto em www.eutil.pt”, diz o dirigente.

Tópicos: economiaelectricidadeempresas
PartilharTweet

Mais informação

Rui Carreira recorda a aposta de investir quando se fechavam portas
Economia

Macolusa faz 30 anos a vender tendências e aposta no que vem a seguir

23 de Outubro de 2026
Pedro Pereira
Conteúdo Comercial

Quando a Tempestade Passa: A Verdadeira Prova da Resiliência das Organizações

22 de Outubro de 2026
.
Economia

Captar e manter talento é um dos maiores desafios estratégicos

15 de Outubro de 2026
Próxima publicação
Centro 2020 aprovou mais de três mil projectos empresariais

Centro 2020 aprovou mais de três mil projectos empresariais

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

MAIS VISTOS

Livro relata a experiência do autarca com a crise Kristin

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

28 de Outubro de 2026
Factos foram julgados no Tribunal de Leiria

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?