PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Sociedade

Testemunha afirma que Câmara de Pedrógão Grande aconselhou a mudar morada fiscal

Julgamento das alegadas irregularidades no processo de reconstrução das casas que arderam no incêndio de Junho de 2017

Elisabete Cruz Elisabete Cruz
13 de Maio de 2021
em Sociedade
Testemunha afirma que Câmara de Pedrógão Grande aconselhou a mudar morada fiscal
Share on FacebookShare on Twitter

A proprietária de uma segunda habitação reconstruída após o incêndio de 2017, em Pedrógão Grande, disse hoje que alterou a sua morada fiscal a conselho de um “senhor Bruno”, da Câmara.

O julgamento das alegadas irregularidades no processo de reconstrução das casas que arderam no incêndio de junho de 2017 no concelho de Pedrógão Grande, distrito de Leiria, e que alastrou a municípios vizinhos tem 28 arguidos.

O presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, e o ex-vereador deste município Bruno Gomes estão entre os arguidos. Estão pronunciados por 20 crimes de prevaricação de titular de cargo político, 20 crimes de falsificação de documento e 20 crimes de burla qualificada, os mesmos do despacho de acusação.

Este incêndio provocou 66 mortos e 253 feridos, tendo destruído cerca de 500 casas, 261 das quais habitações permanentes, e 50 empresas.

Hermínia Nicolau, residente em Matosinhos há cerca de 50 anos, revelou que o telhado da casa que herdou dos pais, em Vila Facaia, ficou danificado no incêndio de 2017.

“Quando soube o que aconteceu, contactei o construtor para tratar disso às minhas custas, mas depois as pessoas disseram que a Câmara ia ajudar na reconstrução. Fui à Câmara e pedi para falar com o presidente da Câmara. Foi o senhor Valdemar que me disse para me dirigir a outro gabinete em frente”, adiantou.

A testemunha referiu que a pessoa com quem falou – “mais tarde soube que era o senhor Bruno” – lhe disse que “primeiro iam reconstruir as primeiras habitações”.

“A minha era secundária e eu disse que não podia ficar com o telhado assim. Referi que vivia ali. Sugeriu que alterasse a morada fiscal, caso contrário, não teria hipóteses. Primeiro, eu disse que não ia mudar a residência fiscal para Vila Facaia, mas depois decidi alterar”, admitiu ao coletivo de juízes.

“Percebi que se não mudasse a morada fiscal, não teria apoios e se os outros teriam”, confessou.

Hermínia Nicolau afirmou ainda que, antes de ir à autarquia, uma solicitadora amiga já lhe tinha recomendado que a solução para ter apoios seria mudar a morada fiscal.

Sem confirmar o apelido do “senhor Bruno”, Hermínia Nicolau disse que soube quem era “depois de o ver na televisão”.

A juiz presidente pediu aos arguidos homens presentes no julgamento para retirarem a máscara, mas a testemunha não reconheceu Bruno Gomes, ex-vereador.

“Não me recordo do apelido, talvez seja Bruno Alves”, disse.

Confrontada por um dos advogados de defesa sobre a possibilidade de ter falado com Telmo Alves, filho e adjunto do presidente da Câmara, a testemunha não soube responder.

Após a insistência de outro advogado, disse que era o ‘vice’, que se chamava Bruno e que não conhecia nenhum Telmo.

Hermínia Nicolau referiu também que costumava passar lá fins de semana e férias, umas “duas ou três vezes por ano”.

“A casa dos pais foi reconstruída, com recurso aos apoios, puseram apenas o telhado, porque não houve mais danos nenhuns”, confirmou.

Deolinda David, filha de uma das arguidas, afirmou que “sempre se disse que era para construir tudo”.

“Começou logo por haver apoios de ajuda, alimentação… e ouvíamos dizer que era tudo para construir: casas, barracões e locais de animais”, disse esta testemunha.

Tópicos: incêndiojulgamentojustiçaPedrógão Grandereconstrução de casassociedade
PartilharTweet

Mais informação

Factos foram julgados no Tribunal de Leiria
Sociedade

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado
Viver

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal
Sociedade

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

28 de Outubro de 2026
Próxima publicação
Carlos Palheira: “A falta de um pavilhão penaliza mais a cidade do que o desporto”

Carlos Palheira: “A falta de um pavilhão penaliza mais a cidade do que o desporto”

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

MAIS VISTOS

Livro relata a experiência do autarca com a crise Kristin

Gonçalo Lopes escreve livro sobre a experiência com a tempestade Kristin

28 de Outubro de 2026
Factos foram julgados no Tribunal de Leiria

Pena suspensa para quatro jovens por roubo a idoso no concelho de Leiria

28 de Outubro de 2026
A categoria de longas teve espaço em Pombal pela primeira vez e premiou Óculos de Sol Pretos

Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival

28 de Outubro de 2026
Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?