“Trazer cá um artista como é o Branko, que, se olharmos para o calendário dele, vai a um Paredes de Coura e a mais dois ou três sítios sempre com alguma relevância, e depois, no meio, vemos o nosso festival, obviamente é algo que sabe muito bem”, reconhece o director do Ti Milha, David Gomes. E, claro, Fogo Fogo, outro projecto em destaque no programa que hoje começa a revelar-se. “Já andávamos atrás deles há algum tempo”.
Durante três dias, 19, 20 e 21 de Julho, no parque de lazer da Ilha, manifesta-se “um acréscimo de 50 por cento” no investimento direccionado para concertos e outras actividades performativas, assumido pela organização com o objectivo de apresentar um cartaz “mais atractivo” e “um misto de qualidade e mediatismo”, explica David Gomes. “Quisemos que fosse perceptível que estamos a tentar subir o nível”.
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