Os toxicodependentes que procuram ajuda nos Centros de Respostas Integradas (CRI) de Leiria, Marinha Grande e Pombal têm de esperar. Existe uma lista de 75 pessoas (à data de 6 de Janeiro) que aguardam por uma primeira consulta, resultado da falta de técnicos, nomeadamente médicos.
A estes números há que somar solicitações de uma quantidade de utentes que sofreu recaídas e voltou a pedir a readmissão a consultas naqueles centros, que dependem do Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD). “E temos ainda pedidos de transferência de processos de outras unidades, em situações, por exemplo, em que utentes mudam de residência e aos quais também não conseguimos dar logo resposta”, lamenta Cristina Barroso.
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